Dia da Mulher 8 de marco



A história da luta das mulheres e da criação do Dia da Mulher é objeto de muitos livros e artigos. È uma história longa e que vem de longe. Do século passado. Para se ter uma ideia da extensão desta luta vamos voltar ao ano de 1910. Pois é, a decisão de criar o Dia da Mulher foi tomada há quase cem anos. Em agosto de 1910, mulheres reunidas na Conferência das Mulheres Socialistas, na Dinamarca, decidiram criar o Dia da Mulher.




Podem faltar palavras,
Mas nunca faltarão sentimentos...
Dia 08 de Março - Dia internacional da mulher!
Mural da escola em homangem a todas às mulheres! 
Mural da escola em homenagem a todas às mulheres!


Esse mural fiz para o dia das mulheres que tb pode ser feito para o dia das mães! Colar fotos das mães em um coração grande, a foto pode ser de qualquer tamanho.


pode ser colocado fotos de mães nas flores, rosas, e mensagens, frases.

Aqui estão algumas sugetões para o dia das mães 2009. Mas não deixe de conferir outras do ano de 2008 nas postagens. Pode copiar, e obrigada pela visita, só fico triste pela falta de consideração em não comentarem. Beijos, profª Luzia.













algumas sugestões de lembrancinhas




















Mural da sala 5, 2º turno, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher...
Clique nas imagens para ampliar!






como se chegou ao 8 de março? No dia 23 de fevereiro de 1917 pelo calendário russo, que correspondia ao 8 de março no calendário ocidental, mulheres tecelãs da Rússia começaram uma greve que mudou completamente os rumos da política do país. Em 1921, a Conferência das Mulheres Comunistas, realizada em Moscou, adota o dia 8 de Março como data unificada do Dia Internacional das Operárias. A partir desta data, os socialistas espalham pelo mundo o 8 de março como data das comemorações da luta das mulheres.

Atividades para colorir - dia da mulher



Origens do Dia da Mulher

Quando começou a ser comemorado o Dia Internacional da Mulher?

 Quando começou a luta das mulheres por sua libertação?

Qual é a influência do movimento socialista na luta das mulheres?

E o 8 de Março, como nasceu?

E, mais importante de tudo. Como continuar a luta pela dignidade, igualdade e participação da mulher na sociedade?


O feminismo dos anos 1960 retoma o Dia da Mulher

Na década de 60, o mundo vivia uma grande convulsão político-ideológica. No Ocidente, os estudantes passaram dos livros de Marcuse a Alexandra Kollontai e Wilhem Reich com sua Revolução Sexual e A Função do Orgasmo. As mulheres americanas se manifestavam contra a Guerra do Vietnã e falavam em libertação das mulheres. Na América Latina, mulheres com a metralhadora nas costas lutavam contra as ditaduras que oprimiam todo o continente. No mundo inteiro nasce o movimento feminista, diversificado, confuso mas muito ativo.


O Dia da Mulher

Texto da revolucionária Russa, Alexandra Kollontai, escrito em 1913 para as comemorações do 8 de março

8 de março de 2011

O quê é o dia da Mulher? É realmente necessário? Será que é uma concessão às mulheres da classe burguesa, às feministas e sufragistas? Será que é nocivo para a unidade do movimento operário? Estas questões ainda se escutam na Rússia, embora já não no estrangeiro. A vida mesma deu uma resposta clara e eloqüente a tais perguntas.

O Dia da Mulher é um elo na longa e sólida cadeia da mulher no movimento operário. O exército organizado de mulheres trabalhadoras cresce cada dia. Há vinte anos, as organizações operárias não inham mais do que grupos dispersos de mulheres nas bases dos partidos operários... Agora os sindicatos ingleses têm mais de 292.000 mulheres sindicadas; na Alemanha são mais de 200.000 sindicadas e 150.000 no partido operário, na Áustria há 47.000 nos sindicatos e 20.000 no partido. Em toda a parte, em Itália, na Hungria, na Dinamarca, na Suécia, na Noruega e na Suíça, as mulheres da classe operária estão a organizar-se a si próprias. O exército de mulheres socialistas tem perto de um milhão de membros. Uma força poderosa! Uma força com a qual os poderes do mundo devem contar quando se pões sobre a mesa o tema do custo da vida, a segurança da maternidade, o trabalho infantil ou a legislação para proteger os trabalhadores.

Houve um tempo em que os homens trabalhadores pensavam que deveriam carregar eles sós sobre os seus ombros o peso da luta contra o capital, pensavam que eles sós deviam enfrentar-se ao "velho mundo", sem o apoio das suas companheiras. Porém, como as mulheres da classe trabalhadora entraram nas fileiras daqueles que vendem o seu trabalho em troca de um salário, forçadas a entrar no mercado de trabalho por necessidade, porque o seu marido ou pai estava no desemprego, os trabalhadores vão começar a perceber que deixar para trás as mulheres, entre as fileiras dos "não-conscientes", era danar a sua causa e evitar que avançasse. Que nível de consciência possui uma mulher que senta no fogão, que não tem direitos na sociedade, no Estado ou na família? Ela não tem idéias próprias! Tudo faz segundo ordena o seu pai ou marido...

O atraso e a falta de direitos sofridos pelas mulheres, a sua dependência e indiferença não trazem benefícios para a classe trabalhadora, e de fato são um mal direto para a luta operária. Mas, como entrará a mulher nesta luta, como acordará?

A social-democracia estrangeira não vai encontrar solução correta imediatamente. As organizações operárias estavam abertas às mulheres, mas só umas poucas entravam. Por quê? Porque a classe trabalhadora, ao começo, não vai dar por si que a mulher trabalhadora é o membro mais degradado, tanto legal quanto socialmente, da classe operária, que ela foi espancada, intimidada, encurralada ao longo dos séculos, e que para estimular a sua mente e o seu coração necessita uma aproximação especial, palavras que ela, como mulher, entenda. Os trabalhadores não vão se dar conta imediatamente de que neste mundo de falta de direitos e de exploração a mulher está oprimida não só como trabalhadora, mas também como mãe, mulher. Porém, quando membros do partido socialista operário entenderem isto, fizeram sua a luta pela defesa das trabalhadoras como assalariadas, como mães, como mulheres.

Os socialistas em cada país começam a demandar uma proteção especial para o trabalho das mulheres, seguranças para as mães e os seus filhos, direitos políticos para as mulheres e a defesa dos seus interesses.

Quanto mais claramente o partido operário percebia esta dicotomia mulher/trabalhadora, mais ansiosamente as mulheres se uniam ao partido, mais apreciavam o rol do partido como o seu verdadeiro defensor e mais decididamente sentiam que a classe trabalhadora também lutava por suas necessidades. As mulheres trabalhadoras, organizadas e conscientes, fizeram muitíssimo para elucidar este objetivo. Agora, o peso do trabalho para atrair as trabalhadoras ao movimento socialista reside nas mesmas trabalhadoras. Os partidos em cada país têm os seus comitês de mulheres, com os seus secretariados e birô para a mulher. Estes comitês de mulheres trabalham na ainda grande população de mulheres não conscientes, levantando a consciência das trabalhadoras em seu redor. Também examinam as demandas e questões que afetam mais diretamente à mulher: proteção e provisão para as mães grávidas ou com filhos, legislação do trabalho feminino, campanha contra a prostituição e o trabalho infantil, a demanda de direitos políticos para as mulheres, a campanha contra a subida do custo da vida...

Assim, como membros do partido, as mulheres trabalhadoras lutam pela causa comum da classe, enquanto ao mesmo tempo delineiam e colocam em questão aquelas necessidades e as suas demandas que lhes dizem respeito mais diretamente como mulheres, como donas de casa e como mães. O partido apóia estas demandas e luta por elas. Estas necessidades das mulheres trabalhadoras som parte da causa dos trabalhadores como classe.

No dia da mulher as mulheres organizadas manifestam-se contra a sua falta de direitos. Mas alguns dizem, por que esta separação das lutas das mulheres? Por que há um dia da mulher, panfletos especiais para trabalhadoras, conferências e comício? Não é, enfim, uma concessão às feministas e sufragistas burguesas? Só aqueles que não compreendem a diferença radical entre o movimento das mulheres socialistas e as sufragistas burguesas podem pensar desta maneira.

Qual o objetivo das feministas burguesas? Conseguir os mesmos avanços, o mesmo poder, os mesmo direitos na sociedade capitalista que possuem agora os seus maridos, pais e irmãos. Qual o objetivo das operárias socialistas? Abolir todo o tipo de privilégios que derivem do nascimento ou da riqueza. À mulher operária é-lhe indiferente se o seu patrão é um homem ou uma mulher.

As feministas burguesas demandam a igualdade de direitos sempre e em qualquer lugar. As mulheres trabalhadoras respondem: demandamos direitos para todos os cidadãos, homens e mulheres, mas nós não só somos mulheres e trabalhadoras, também somos mães. E como mães, como mulheres que teremos filhos no futuro, demandamos uma atenção especial do governo, proteção especial do Estado e da sociedade.

As feministas burguesas estão lutando para conseguir direitos políticos: também aqui os nossos caminhos se separam. Para as mulheres burguesas, os direitos políticos são simplesmente um meio para conseguir os seus objetivos mais comodamente e com mais segurança neste mundo baseado na exploraçom dos trabalhadores. Para as mulheres operárias, os direitos políticos são um passo no caminho empedrado e difícil que leva ao desejado reino do trabalho.

Os caminhos seguidos pelas mulheres trabalhadoras e as sufragistas burguesas separaram-se há tempo. Há uma grande diferença entre os seus objetivos. Há também uma grande contradição entre os interesses de uma mulher operária e as donas proprietárias, entre a criada e a senhora... portanto, os trabalhadores não devem temer que haja um dia separado e assinalado como o Dia da Mulher, nem que haja conferências especiais e panfletos ou imprensa especial para as mulheres.

Cada distinção especial para as mulheres no trabalho de uma organização operária é uma forma de elevar a consciência das trabalhadoras e aproximá-las das fileiras daqueles que estão lutando por um futuro melhor. O Dia da Mulher e o lento, meticuloso trabalho feito para elevar a autoconsciência da mulher trabalhadora estão servindo à causa, não da divisão, mas da união da classe trabalhadora e deixa um sentimento alegre de servir à causa comum da classe trabalhadora e de luta simultaneamente pela emancipação feminina. Que isso inspire os trabalhadores a unirem-se à celebração do Dia da Mulher.


Dia 8 de março seria um dia como qualquer outro, não fosse pela rosa e os parabéns. Toda mulher sabe como é. Ao chegar ao trabalho e dar bom dia aos colegas, algum deles vai soltar: ”parabéns”.
Por alguns segundos, a gente tenta entender por que raios estamos recebendo parabéns se não é nosso aniversário (exceção, claro, à minoria que, de fato, faz aniversário neste dia). Depois de ficar com cara de bestas, num estalo a gente se lembra da data, dá um sorriso amarelo e responde “obrigada”, pensando: “mas por que eu deveria receber parabéns por ser mulher?”.
Mais tarde, chega um funcionário distribuindo rosas. Novamente, sorriso amarelo e obrigada. É assim todos os anos. Quando não é no trabalho, é em alguma loja. Quando não é numa loja, é no supermercado. Todos os anos, todo 8 de março: é sempre a maldita rosa.
Dizem que a rosa simboliza a  “feminilidade”, a delicadeza. É com base nisso que muitas mulheres se afastam do que é chamado de "ciências brutas", colocando na cabeça da sociedade que mulher tem o dom do cuidado, e por isso deve ficar na Pedagogia, Enfermagem e Serviço Social.  É a mesma metáfora que usam para coibir nossa sexualidade — da supervalorização da virgindidade é que saiu o verbo “deflorar” (como se o homem, ao romper o hímen de uma mulher, arrancasse a flor do solo, tomando-a para si e condenando-a). É da metáfora da flor, portanto, que vem a idéia de que mulheres sexualmente ativas são “putas”, inferiores, menos respeitáveis. 
A delicadeza da flor também é sua fraqueza. Qualquer movimento mais brusco lhe arranca as pétalas.  Dizem o mesmo de nós: que somos o “sexo frágil” e que, por isso, devemos ser protegidas. Mas protegidas do quê? De quem? A julgar pelo número de estupros, precisamos de proteção contra os homens. Ah, mas os homens que estupram são psicopatas, dizem. São loucos. Não é com estes homens que nós namoramos e casamos, não é a eles que confiamos a tarefa de nos proteger.  Mas, bem,  segundo pesquisa Ibope/Instituto Patricia Galvão, 51% dos brasileiros dizem conhecer alguma mulher que é agredida por seu parceiro. No resto do mundo, em 40 a 70 por cento dos assassinatos de mulheres, o autor é o próprio marido ou companheiro.Este tipo de crime também aparece com frequência na mídia. No entanto, são tratados como crimes “passionais” – o que dá a errônea impressão de que homens e mulheres os cometem com a mesma frequência, já que a paixão é algo que acomete ambos os sexos. Como se isso não tivesse a ver com o pensamento de que "a mulher é minha". Tratam os homens autores destes crimes como “românticos” exagerados, príncipes encantados que foram longe demais. No entanto, são as mulheres as neuróticas nos filmes e novelas. São elas que “amam demais”, não os homens.
Mas dizem que a rosa serve para mostrar que, hoje, nos valorizam. Hoje, sim. Vivemos num mundo “pós-feminista” afinal. Todas essas discriminações acabaram! As mulheres votam e trabalham! Não há mais nada para conquistar! Será mesmo? Nos últimos anos, as diferenças salariais entre homens e mulheres (que seguem as mesmas profissões) têm crescido no Brasil, em vez de diminuir. Nos centros urbanos, onde a estrutura ocupacional é mais complexa, a disparidade tende a ser pior. Considerando que recebo menos para desempenhar o mesmo serviço, não parece irônico que o meu colega de trabalho me dê os parabéns por ser mulher?
Dizem que a rosa é um sinal de reconhecimento das nossas capacidades.  Mas, no ranking de igualdade política do Fórum Econômico Mundial de 2008, oBrasil está em 10oº lugar entre 130 países. As mulheres têm 11% dos cargos ministeriais e 9% dos assentos no Congresso — onde, das 513 cadeiras, apenas 46 são ocupadas por elas.  Do total de prefeitos eleitos no ano passado, apenas 9,08% são mulheres. E nós somos 52% da população.
A rosa também simboliza beleza. Ah, o sexo belo. Mas é só passar em frente a uma banca de revistas para descobrir que é exatamente o contrário. Você nunca está bonita o suficiente, bobinha. Não pode ser feliz enquanto não emagrecer. Não pode envelhecer. Não pode ter celulite (embora até bebês tenham furinhos na bunda). Você só terá valor quando for igual a uma modelo de 18 anos (as modelos têm 17 ou 18 anos até quando a propaganda é de creme rejuvenescedor…).  Mas mesmo ela não é perfeita: tem de ser photoshopada. Sua pele é alterada a ponto de parecer de plástico: ela não tem espinhas nem estrias nem olheiras nem cicatrizes nem hematomas, nenhuma dessas coisas que a gente tem quando vive. Ela sorri, mas não tem linhas ao lado da boca. Faz cara de brava, mas sua testa não se franze. É magérrima (às vezes, anoréxica), mas não tem nenhum osso saltando. É a beleza impossível, mas você deve persegui-la mesmo assim, se quiser ser “feminina”. Porque, sim, feminilidade é isso: é “se cuidar”. Você não pode relaxar. Não pode se abandonar (em inglês, a expressão usada é exatamente esta: “let yourself go”). Usar uma porrada de cosméticos e fazer plásticas é a maneira (a única maneira, segundo os publicitários) de mostrar a si mesma e aos outros que você se ama. “Você se ama? Então corrija-se”. Por mais contraditória que pareça, é esta a mensagem.
Todo dia 8 de março, nos dão uma rosa como sinal de respeito. No entanto, a misoginia está em toda parte.  Os anúncios e ensaios de moda glamurizam aviolência contra a mulher. Nas propagandas de cerveja e programas humorísticos, as mulheres são bundas ambulantes, meros objetos sexuais. Nos videogames, ganha pontos quem atropelar prostitutas.
Todo dia 8 de março, volto para casa e vejo um monte de mulheres com rosas vermelhas na mão, no metrô. É um sinal de cavalheirismo, dizem. Mas, no mesmo metrô, muitas mulheres são encoxadas todos os dias. Tanto que o Rio criou um vagão exclusivo para as mulheres, para que elas fujam de quem as assedia. Pois é, eles não punem os responsáveis. Acham difícil. Preferem isolar as vítimas. Enquanto não combatermos a idéia de que as mulheres que andam sozinhas por aí são “convidativas”, propriedade pública, isso nunca vai deixar de existir. Enquanto acharem que cantar uma mulher na rua é elogio , isso nunca vai deixar de existir. Atualmente, a propaganda da NET mostra um pinguim (?) dizendo “ê lá em casa” para uma enfermeira. Em outro comercial, o russo garoto-propaganda puxa três mulheres para perto de si, para que os telespectadores entendam que o “combo” da NET engloba três serviços. Aparentemente, temos de rir disso. Aparentemente, isso ajuda a vender TV por assinatura. Muito provavelmente, os publicitários criadores desta peça não sabem o que é andar pela rua  e ser interrompida por um completo desconhecido ameaçando “chupá-la todinha”.
Então, dá licença, mas eu dispenso esta rosa. Não preciso dela. Não a aceito. Não me sinto elogiada com ela. Não quero rosas. Eu quero igualdade de salários, mais representação política, mais respeito, menos violência e menos amarras. Eu quero, de fato, ser igual na sociedade. Eu quero, de fato, caminhar em direção a um mundo em que o feminismo não seja mais necessário.
…Enquanto isso não acontecer, meu querido, enfia esta rosa no dignissímo senhor seu cu.
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♥ Nada mais contraditório do que "ser mulher"... ♥

Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.

Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros, daqueles a quem ama.

Que hospeda no ventre outras almas, dá a luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.

Que dá as asas, ensina a voar mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.

Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes

Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar.

E ainda tem que ser forte, para dar os ombros para quem neles precise chorar.

Feliz do homem que por um dia souber, entender a alma da mulher
 
 
 
♥ Meu nome é mulher ♥ !!!!
Quero minha dignidade.
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha.
Sou pai, mãe, arrimo de família.

Sou caminhoneira, taxista, piloto de avião.
Policial feminina, operária em construção.
Ao mundo peço licença.
Para atuar onde quiser.
Meu sobrenome é competência.
O meu nome é Mulher!!!
 
♥ ♥ ♥ A todas as mulheres PARABÉNS PELO NOSSO DIA  ♥ ♥ ♥

Dia da Mulher- Homenagem – Textos e  vídeos para vocês mulheres

Feliz Dia Internacional da Mulher – Mulheres são árvores - http://iasdnh.com.br/2012/03/08/feliz-dia-internacional-da-mulher-mulheres-sao-arvores/


Mulher, com cabeça e tudo
Dia Internacional da Mulher é coisa séria. A gente devia fazer é um minuto de silêncio. Não queremos esse bombardeio de bobagens, flores, bombons, textos edificantes de autoajuda, sugestões de presente. Para isso tem Natal, Dia das Mães, segundas, terças, quartas, quintas, sextas e fins de semana. Queremos respeito. Queremos ter orgulho de nós e de todas as nossas mulheres. Queremos a verdade.

Começou. Vem de todos os lados. De um dia, ou melhor, de um mês para outro, a mulher entra na ordem do dia, quase mais que no Carnaval, quando o importante é ter peito e bunda, e sacudir os dois. Já recebi toda sorte de mensagens comerciais, estéticas e chatas sobre o Dia da Mulher, de gente achando e fazendo que é um dia igual a qualquer outro desses comerciais. Juro: recebi um e-mail que falava de uma promoção de viagem só para mulheres, para Las Vegas. Um trecho dizia algo parecido com isso : "O presente para a sua mulher que ela retribuirá na volta". O roteiro inclui idas aos cabeleireiros, shows de strippers, passeios de limusine, bebida. Só não deixou claro se vai ter comida. Mulher gosta de ser bem.

Ou seja, o presente para a mulher é se ver livre dela por alguns dias. E, da parte dela, ganhar e saber o que o mundo livre pode lhe proporcionar longe dos olhos dos fiascos de seus maridos.

Não vou ser a primeira, graças, a afirmar isso, mas preciso repetir. Mulher que é mulher sabe que é mais do que toda essa turba insiste em pechar. Mulher tem cabeça, não é bacalhau nem camarão, embora algumas estejam se vendendo por quilo. Mulher que é mulher sabe o quanto tudo é difícil e ainda - ainda, ainda,ainda! - tão cheio de preconceitos e proibições. Mulher que é mulher sabe ou pelo menos deveria saber que o Dia da Mulher é uma data política, que marca nossos primeiros gritos para o mundo: Quero votar! Quero dar! Quero ter prazer! Quero trabalhar! Eu posso, você também! Não se submeta!

E sabe que é data para lembrar de continuar gritando, o que ainda faremos por muito tempo: Eu posso! Eu sei! Eu tenho que ganhar igual! Não sou prisioneira! Eu posso!

Já estou até vendo as declarações de certas pessoas, mulheres, sim, mas mulheres a quem não foi dado o dom de perceber isso fora de vontades e horários eleitorais, que fazem de tudo uma grande massa das massas pelas massas. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é vestir a capa e o gestual da rudez masculina. A mulher não é mais mulher ou mais legal porque trabalha hoje como caminhoneira, lixeira, porque pula de paraquedas, porque manda e desmanda, o cacete a quatro, ou porque pode ser ministra, presidente, chanceler ou ditadora. Chega de espanto. Isso é normal. Mulher é gente, na geral. E o que gente faz a mulher pode fazer. Só que antes não deixavam a gente fazer algumas dessas coisas, nem quando precisávamos.

Quem não sabia que era assim é que fica espantado hoje em ver as "rachas", "rachadas" - entre outros apelidos tão carinhosos como porcos espinhos- em cima de ondas altas, no topo das montanhas, manipulando células, mandando ver.

A mulher precisou. Sair para trabalhar, criar, pintar e bordar, além de cozinhar. Ter o filho que queria, sem vir junto o penduricalho que o inocula. A mulher quis ser ouvida com sua linguagem e visão particular, mostrar sua cara ao mundo. Cara que fica na cabeça, que pensa, antes de ser bonita ou feia.Sem essa de Marte e Vênus. Somos todos terráqueos. Apenas alguns bem mais atrasados que outros, que ainda jogam pedra, mutilam clitóris, e impõem véus e suplícios. Como os muitos brasileiros que ainda subjugam meninas-crianças, que matam e envenenam, que roubam a estima e a confiança das que encontram pelo caminho, e agora na internet.

Somos diferentes, sim. Não há dúvida. Nem melhores ou piores. Diferentes, de uma diferença que deve ser aproveitada, expandida, comemorada. Vemos as cores e a vida de forma diversa e mais rica. A força que não temos pode aparecer do nada quando precisamos, mais ainda se for para defender o que e quem for nosso. Ainda não tomamos Viagra ou similares. Uma música, um toque, uma poesia, nos eleva, de graça. Sofremos,choramos, batemos os pés, mexemos as mãos e jogamos os cabelos como só nós sabemos. Que nos desculpem os travestis e etc. Mas igual, igual que nem, não dá para ser. Nem com a operação de corte e "embutimento". Nosso andar é rebolado, nosso pescoço mais fino, nosso cheiro é atraente, nossas roupas, sapatos e bolsas mais legais. Uma calcinha, por mais barata que seja, é mais legal do que uma cueca.

Nossa voz pode ser fina. Mas sabe engrossar.

Nossas mãos podem ter calos, mas as unhas estarão pintadas. E, mesmo que curtas, podem fazer um estrago.

Do nosso peito sai leite. Vertemos sangue.

Somos a vida. Mas a violência ainda nos oprime.

São Paulo, marcadas pelo dia 8 março de 1857, quando muitas ficaram no chão de uma fábrica, e somente reconhecidas em 1975.


Marli Gonçalves, jornalista. Feminista desde criancinha.

A MULHER EM MIM
 
Daquilo que eu sei
O tempo dissipou
O vento levou
E eu quedei-me só
 
Daquilo que vi
Senti o mundo pulsar
Os olhos suarem lágrimas
Entre perdas e silêncios
 
Daquilo que senti
Percebi o meu ventre
Toquei meu corpo
Vi a liberdade em mim
 
Daquilo que sou e vivo
Uma mulher em mim
Que não pede licença
Para lutar nem amar
 
Daquilo tudo
Permanece a certeza
O véu do medo se foi
Tenho a mim e o mundo
 
Do mundo que gerei
Uma parte está em mim
Outra parte nas gavetas
Um tanto nas ruas
 
Desse mundo que sei
Uma parte me deixa só
Mas continuo atenta
Pela vontade de ser
 
Das formas que me dão
Permaneço explorada
Meu corpo não me pertence
Será ele de quem quer ganhar
 
Do desejo que sai de mim
Sou mulher como você
Ainda aquela ferramenta
Que foi deixada na bancada
 
Serei então uma fonte
O mundo se transforma
Sou o mundo em minhas mãos
Agora, uma estrela e uma raiz
 
Atanásio Mykonios
 


Que Deus te dê um esplendoroso dia, com raios luminosos que te possam clarear os olhos para ver o quanto és importante. Deus Pai te fez assim: mulher importante e figura do próprio amor. Ele te moldou como uma rosa: forte e justa como os espinhos, linda e suave como as pétalas.

 

Mulher é o que há mais belo neste mundo. Parabéns!


TRÊS MULHERES E UM VELHO.
Três mulheres conversavam ao lado de um poço e um velho as escutava.
A primeira mulher dizia:
- Meu filho é muito forte, corre e pula.
A segunda dizia:
- O meu filho canta como os passarinhos.
A terceira mulher nada dizia, então o velho perguntou:
- Você não tem filhos?
Ela respondeu:
- Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.
As três mulheres pegaram seus potes cheios de água e foram caminhando.
No meio do caminho, elas pararam para descansar e o velho homem sentou ao lado delas.
Logo elas viram seus filhos voltando para perto delas.
O primeiro vinha correndo, pulando e foi embora, o segundo vinha cantando lindas canções e também foi embora.
O terceiro não vinha pulando nem cantando,mas correu em direção da sua mãe, pegou o pote cheio de água e levou para casa.
Então as três mulheres perguntaram para o velho homem:
- O que o senhor achou dos nossos filhos?
 o velho homem respondeu:
 
- Realmente, eu acabei de ver três meninos,mas vi apenas um filho.










Um comentário :

  1. achei otima as sugestões de atividades para o dia da mulher, pois eu estava sem ideia e agora ja consigo construir uma.Obrigada msm....

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