Jogo de tabuleiro - brincadeira de matemática

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QUEM TEM PÕE

Material (para grupo de 02 crianças):
• 01 cubo com numerais de 1 a 6;
• 01 tabuleiro;
• 50 fichas (1cm x 1cm).
Objetivos:
• Estabelecer uma correspondência biunívoca;
• Reconhecer quantidades.

Desenvolvimento:
Os jogadores sentados um em frente ao outro, alternadamente jogam o dado. Conforme o número obtido no dado, deverá colocar a mesma quantidade de fichas na parte correspondente do tabuleiro. Por exemplo: se sair a face 2, colocará 2 fichas na parte que contém 2 bolinhas do seu lado do tabuleiro. Vence quem primeiro encher o seu lado.

Kala - desenvolvendo o raciocínio lógico das crianças

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KALA

Material (para grupo de 02 crianças):
• 01 tabuleiro;
• 32 fichas.

Objetivo:
• Desenvolver o raciocínio lógico.


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Desenvolvimento:
O jogo começa com 03 fichas em cada casa, com exceção da 3º que terá 04 fichas, num total de 16 fichas para cada jogador.
O território de cada jogador é formado pelas 05 casas da fileira à sua frente e mais o reservatório à sua direita.
O reservatório funciona como uma casa, chamada casa de acumulação, também conhecida como Kala, e é utilizada somente pelo proprietário.
Para fazer uma jogada, o jogador paga as fichas de qualquer uma de suas casas - mas nunca da sua Kala - e as semeia, uma a uma, nas casas seguin-tes, no sentido anti-horário.
O percurso de cada um dos participantes, inclui a sua Kala e, portanto, cada vez que o jogador passa em seu Kala, ele deixa uma ficha nesta casa.
Um jogador nunca semeia na Kala do adversário.
Toda vez que a última ficha semeada cai na sua Kala, este tem o direito de iniciar uma nova jogada.
Uma captura ocorre quando a última ficha semeada por um jogador cai em uma casa vazia situada em seu próprio território, caso em que o jogador coloca na sua Kala todas as fichas que se encontrem na casa oposta do território adversário.
O jogo termina quando forem capturadas todas as fichas ou, então, quando um dos jogadores não tiver fichas para jogar, caso em que seu adversário ficará de posse das fichas que ainda restarem do seu território.
O jogo pode terminar também quando, de comum acordo, os jogadores constatarem que as fichas em jogo são muito poucas e decidirem dividí-las entre si.
Vence a partida aquele que possuir a maior quantidade de fichas.

matemática - brincadeira de comparação

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CAÇA AO TESOURO

Material (para um grupo de 04 crianças):
• 01 tabuleiro;
• 33 cartões com palavras escritas;
• 04 marcadores.

Objetivos:
• Estimular a contagem;
• Comparação de quantidades.

Desenvolvimento:
Embaralha-se os cartões e coloca-os empilhados, voltados para baixo, no tabuleiro.
Cada criança escolhe um marcador e na sua vez, vira um cartão, lê a palavra, conta o número de sílabas (pode ser letras) e anda com o seu marcador sobre as tampinhas, de modo que a cada sílaba (letra) da palavra corresponda a uma tampinha.
Os cartões utilizados devem ser colocados na pilha de descarte.
Ganha o jogo quem chegar ao FIM primeiro.

BINGO DE FIGURAS, NÚMEROS E QUANTIDADES

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Material (para a sala toda):
• Cartelas divididas em 9 partes iguais, contendo figuras, cores, quantidades e numerais;
• Cartões com a mesmas figuras, cores, quantidades e numerais das cartelas;
• Tampinhas ou fichas (marcadores);
• 01 saquinho.

Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico;
• Reconhecer símbolos;
• Estimular a contagem;
• Comparação de quantidades;
• Reconhecimento de quantidade.

Desenvolvimento:
O mesmo dos bingos anteriores.

CUBRA E DESCUBRA - numerais de 1 a 11

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Material (para 02 crianças):
• 01 tabuleiro contendo numerais de 1 a 11;
• 02 dados (um contendo quantidade de zero a cinco e outro de um a seis);
• 22 fichas ou tampinhas para cada jogador (cor diferente para cada jogador).

Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico;
• Reconhecer símbolos;
• Estimular a contagem;
• Comparação de quantidades;
• Reconhecimento de quantidade;
• Adição mental.

Desenvolvimento:
Cada um na sua vez joga-se os dois dados, soma-se as quantidades e coloca-se a ficha sobre o número correspondente do seu lado do tabuleiro.
Se numa jogada, o total obtido (por exemplo 06) estiver coberto e do seu adversário também, então tira a ficha (do número 06) do adversário e coloca sobre a sua ficha (do número 06), o qual o adversário não poderá tomá-la novamente. Se obtiver novamente o mesmo total, passa a vez.
Ganhará o jogo quem conseguir cobrir primeiro todos os números.

Atividade de matemática - multiplicação 5ª serie

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Atividades de Matemática sobre Multiplicação

PALITOS DA MULTIPLICAÇÃO

Material (Para grupo de 4 alunos):
• 64 palitos de sorvete, contendo:
- em um lado a pontuação que o jogador pode obter respondendo
corretamente. Tal pontuação varia de 1 a 5;
- no outro lado, uma multiplicação (numa ponta) e o resultado (na outra
ponta). Tal resultado deverá ser na mesma ponta da pontuação, só que
em lados diferentes.


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Objetivo:
• Fixação da tabuada através do lúdico.

Desenvolvimento:
Coloca-se espalhados sobre a mesa, todos os palitos voltados com a pontuação para cima. Cada jogador, na sua vez, deverá escolher um palito, que será pego de maneira a esconder o resultado. O jogador, então deverá responder, em voz alta, o resultado da multiplicação indicada no palito. Se acertar, ganha o número de pontos indicado no palito; se errar, perde o mesmo número de pontos;
O jogo termina quando acabar os palitos sobre a mesa e será vencedor o jogador que tiver o maior número de pontos.

Obs: O jogo poderá ser feito, distribuindo-se igualmente os palitos entre os jogadores.

TAPA BURACO- brincadeira para tabuada do 6 ao 9


Material (para grupo de 4 crianças):
• 04 cartelas contendo as tabuadas do 6 ao 9;
• 40 cartões com numerais.

Objetivo:
• Fixar a tabuada do 6 ao 9.

Desenvolvimento:
Distribui-se uma cartela para cada criança e as fichas viradas para baixo, sobre a mesa. Cada jogador, na sua vez, escolhe uma ficha e verifica se o numeral contido na mesma preenche uma das lacunas da sua cartela e, neste caso, coloca-a sobre a mesma com o numeral à vista. Caso contrário, a ficha ficará sobre a mesa com o numeral exposto. Se a ficha servir para o próximo jogador, este a colocará na respectiva lacuna de sua cartela passando a vez para o jogador seguinte. Caso contrário, procede como o primeiro jogador e assim, sucessivamente até que um dos jogadores preencha sua cartela, vencendo o jogo.

atividade de matemática, Adição mental, educação infantil

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SOME 10

Material (Para grupo de 4 a 6 crianças):
• Uma cartela com 16 quadrados (4cm x 4cm);
• 66 cartões com números impressos com valores de 1 a 7, sendo: 18 vezes o número 1, 18 vezes o número 2, 14 vezes o número 3, 8 vezes o número 4, 4 vezes o número 5, 2 vezes o número 6 e duas vezes o número 7.

Objetivo: Adição mental

Desenvolvimento:
Embaralhar os cartões com os números. Dar três a cada jogador, ficando os restantes espalhados na mesa, virados para baixo. O primeiro a jogar coloca um de seus números num quadrado qualquer da cartela e compra um novo. Os demais, pela ordem, colocam os seus em quadrados ainda não ocupados. O jogo prossegue e os participantes procurarão formar em fileiras (horizontais, verticais ou diagonais) o valor total (10). (Exemplo: 1,2,3,4; 1,1,2,6; 1,3,3,3);
O competidor que colocar o quarto numeral completando a soma 10, recolhe-os, conservando para a contagem final. A próxima jogada será do competidor seguinte. Se o participante não tiver possibilidade de jogar com os numerais que tem, isto é, aqueles cujo total nas filas ultrapasse de 7, deve passar a vez para o próximo;
O jogo termina quando não houver possibilidade de fazer soma dez e será vencedor o participante que conseguir fazer o maior número de somas totalizando 10.

Brincadeiras de Matemática - Somas com total 10.

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DEZENAS TRIANGULARES


Material (Para grupo de 4 alunos):
• 36 peças triangulares, cada uma delas dividida em três partes. Cada parte tem uma das nove cores, e em número de 0 a 10.
Objetivo:
• Somas com total 10.

Desenvolvimento:
Cada jogador pega 6 peças, vira-as e as peças que sobram ficam numa caixa, voltadas para baixo. O jogo começa com uma peça da caixa colocada no centro da mesa, virada para cima. Cada jogador, em sua vez, tenta colocar uma de suas peças, procurando uma parte que tenha a mesma cor e perfaça uma soma com total 10. Se ele não tem a peça, pega uma das peças da caixa e tenta outra vez. Se, mesmo assim, não consegue colocar sua peça no jogo, ele dá a vez a outro jogador. O vencedor é quem termina as peças primeiro.

Variação:
O jogo pode ser realizado com todas as peças distribuídas.

ADIÇÃO MULTICOR - brincadeiras de mamtemática para crianças

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Material (para grupo de 4 crianças):
• um tabuleiro com 24 quadrados coloridos sendo 6 de cada cor;
• quatro cartelas contendo 6 quadrados com as operações de adição ou resultados de operações de adição, sem repetições;
• vinte e quatro fichas com as mesmas operações de adição e resultados de operações de adição constantes nas quatro cartelas;
• um cubo com as faces nas mesmas cores dos quadrados do tabuleiro, além das cores preta e branca.

Objetivo:
• Cálculo mental envolvendo a operação de adição

Desenvolvimento:
Posiciona-se o tabuleiro no centro da mesa e sobre cada quadrado colorido coloca-se uma ficha virada para baixo.
Distribui-se as quatro cartelas entre os participantes.
Cada jogador, na sua vez, lança o dado e deverá escolher uma ficha do tabuleiro que esteja sobre o quadrado de mesma cor da face obtida no dado. Caso a face seja preta, o jogador passa a vez e se a cor for branca, ele escolhe qualquer ficha.
A ficha escolhida após mostrada aos demais jogadores, deverá ser colocada em sua cartela sobre a operação correspondente se na ficha constar um resultado ou sobre o resultado correspondente se na ficha constar uma operação. Neste caso, o jogador terá direito a uma nova jodada e assim sucessivamente, até que a ficha não lhe sirva, devendo a mesma ser recolocada no tabuleiro.
O jogador passará a vez quando não houver mais fichas no tabuleiro sobre a cor obtida no dado.
Ganha o jogo quem preencher primeiro sua cartela.

BINGO DE QUANTIDADES, NÚMEROS E OPERAÇÕES

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Material (para sala toda):
• Cartelas contendo numerais (1 a 10), quantidades (1 a 10), adições com total até 10.

Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer símbolos; estimular a contagem; comparar quantidades; reconhecer quantidade.
• Adição mental.

Desenvolvimento:
Joga-se como num bingo comum.

atividade de matemática - educação infantil para escola - CAIXINHAS DE FÓSFORO

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Material (para grupo de 04 crianças):
• 20 caixas de fósforo, sendo que as tampas contém os numerais: 1, 2, 3, 3, 4, 4, 4, 5, 5, 5, 6, 6, 6, 7, 7, 7, 8, 8, 9, 9, e as caixinhas contém as respectivas quantidades;
• 01 icosaedro (ou dodecaedro) assim numerado: 1,2, 3, 3, 4, 4, 5, 5, 5, 6, 6, 6, 7, 7, 7, 8, 8, 8, 9, 9.
• Grãos de cereais.

Objetivo:
• Reconhecimento de quantidade e numeral; Conservação de quantidade discreta.

Desenvolvimento:
Inicialmente, separam-se as caixinhas das tampas, distribuindo igualmente entre as crianças as caixinhas. As respectivas tampas ficarão na mesa, viradas com o numeral para cima. Cada criança na sua vez, joga o dado e verifica se tem em seu poder uma caixinha com a mesma quantidade obtida no dado. Se tiver, deverá colocar dentro da caixinha a quantidade de grãos indicada procurando o numeral correspondente e fechando a caixinha, que ficará em seu poder passando a vez. Caso contrário, deixa de jogar e passa a vez ao próximo jogador.
Termina o jogo, quando alguém acabar com suas caixinhas e este será o vencedor.
Variação:
Pode-se também jogar memória com esse material.

TIRA E PÕE

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Material (Para grupo de 4 alunos):

· 4 tabuleiros contendo 12 quadrados;

· Diversas tampinhas;

· 30 fichas vermelhas (1cm x 1cm) em cartolina;

· 1 cubo que apresenta 3 faces com quantidades de um a três, coloridas de azul e outras 3 faces, da mesma forma, coloridas de vermelho.

Objetivo:

· Reconhecimento de quantidades, correspondência biunívoca, adição e subtração mental.

Desenvolvimento:

O objetivo de cada criança é encher o tabuleiro com tampinhas, sendo que ela coloca o número correspondente de tampinhas se o dado cair na face azul e retira o número correspondente de tampinhas, se o dado cair na face vermelha. Caso não tenha tampinhas suficientes para a retirada,ela pega esta quantidade em fichas vermelhas.

Canções Populares - alfabetização

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Estou fazendo coma minha primeira série um livro de canções populares.
Selecionamos 10 músicas que iríamos fazer a reescrita e a cada semana
trabalhamos com uma delas.

As etapas são as seguintes:

1- entrega da letra da música para que o aluno faça a leitura de ajuste;
2- pintar algumas palavras ditadas pelo professor;
3- texto lacunado;
4- desenho sobre a música (em uma sulfite inteira);
5- reescrita de um trecho da música num dia e correção coletiva (na lousa,
por exemplo) no outro dia (porque as vezes a música é gde e fica cansativo
para eles escrever tudo no mesmo dia, acabam se distraindo e a produção não
fica tão boa como deveria);
6- num segundo dia nova escrita de um outro trecho e sua correção (e assim
vai até terminar a música).
7- depois de terminada e de feita a correção a música é passada a limpo em
uma sulfite;
8- Para encerrar fazemos a votação de qual texto e desenho ficou mais
caprichado para ir para o livro coletivo, que vamos fazer e doar para a
escola (encadernado)

Sugestão de músicas:

1- A dona aranha
2- Minho! Minhoco!
3- Cai, cai, balão
4- Pirulito que bate bate
5- Capelinha de melão
6- Alecrim dourado
7- O sapo não lava o pé
8- Borboletinha
9- Sambalelê
10- Escravos de Jó

em: http://groups.google.com/group/professoressolidarios/browse_thread/thread/01a108471965411f?hl=pt-BR

Habilidades de Educação infantil

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EDUCAÇÃO INFANTIL
3 E 4 ANOS
Artes visuais
O FAZER ARTÍSTICO
Produz trabalhos de arte, utilizando a linguagemdo desenho, da pintura, da modelagem, a partir de
seu próprio repertório.
Utiliza elementos da linguagem das Artes visuais:ponto, linha, forma, cor, volume, espaço, textura,
etc.
Explora as possibilidades oferecidas pelos diversosmateriais, instrumentos e suportes necessários
para o fazer artístico.
Explora os espaços bidimensionais etridimensionais na realização de seus projetos
artísticos.
Organiza e cuida dos materiais e do espaço físico da sala.
Respeita e cuida dos objetos produzidos
Valoriza as suas próprias produções, das de outras crianças e da produção da arte em geral.
APRECIAÇÃO EM ARTES VISUAIS
Distingue as diferentes produções artísticas, comodesenho, pinturas, esculturas, construções,
fotografias, colagens, ilustrações, cinema, etc.
Aprecia suas produções e as das outras criançaspor meio da observação e leitura de alguns dos
elementos da linguagem plástica.
Observa elementos constituintes da linguagemvisual: ponto, linha, forma, cor, volume,
contrastes, luz, texturas.
Lê obras de arte a partir da observação, narração,descrição e interpretação de imagens e objetos.
Aprecia as Artes visuais, estabelecendo relaçãocom as experiências pessoais.



GRUPO 5
O FAZER ARTÍSTICO
Produz trabalhos de arte, utilizando a linguagemdo desenho, da pintura, da modelagem, a partir de
seu próprio repertório.
Utiliza elementos da linguagem das Artes visuais:ponto, linha, forma, cor, volume, espaço, textura,etc.
Explora as possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários
para o fazer artístico.
Explora os espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos
artísticos.
Organiza e cuida dos materiais e do espaço físico da sala.
Respeita e cuida dos objetos produzidos individualmente e em grupo.
Valoriza as suas próprias produções, das de outras crianças e da produção da arte em geral.
APRECIAÇÃO EM ARTES VISUAIS
Distingue as diferentes produções artísticas, comodesenho, pinturas, esculturas, construções,
fotografias, colagens, ilustrações, cinema, etc.
Aprecia suas produções e as das outras crianças por meio da observação e leitura de alguns dos
elementos da linguagem plástica.
Observa elementos constituintes da linguagemvisual: ponto, linha, forma, cor, volume,
contrastes, luz, texturas.
Lê obras de arte a partir da observação, narração,descrição e interpretação de imagens e objetos.
Aprecia as Artes visuais, estabelecendo relação com as experiências pessoais.


3 E4 ANOS
Formação pessoal e social
ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
Expressa seus desejos, desagrados, necessidades,preferências e vontades em brincadeiras e nas
atividades cotidianas.
Reconhece progressivamente o próprio corpo e asdiferentes sensações que produz.
Identifica, progressivamente, algumassingularidades próprias e das pessoas com as
quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
Pede ajuda nas situações em que isso se faznecessário.
Realiza pequenas ações cotidianas ao seu alcance,adquirindo maior independência.
Interessa-se pelas brincadeiras e exploração de diferentes brinquedos.
Participa de brincadeiras de “esconder e achar” e brincadeiras de imitação.
Escolhe brinquedos objetos e espaços para brincar.
Participa, com interesse, de situações que envolvem a relação com o outro.
Respeita regras simples de convívio social.
Faz a higiene das mãos ainda que com a ajuda.
Expressa desconforto relativo à presença de urina e fezes nas fraldas ou roupas pessoais.
Interessa-se em despreender-se de fraldas.
Alimenta-se com progressiva autonomia,
experimentando novos tipos de alimentos.

GRUPO 5
Formação pessoal e social
ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
Expressa e manifesta controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações
cotidianas.
Apresenta iniciativa para resolver pequenosproblemas do cotidiano, pedindo ajuda se
necessário.
Identifica progressivamente, algumassingularidades próprias e das pessoas com as
quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
Participa de situações de brincadeira, escolhendo os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e os
personagens.
Participa de brincadeiras que envolvem meninas e meninos, tais como: futebol, casinha e pular
corda.
Valoriza o diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
Realiza pequenas tarefas do cotidiano que envolvem ações de cooperação, solidariedade e
ajuda na relação com os outros.
Respeita as características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura, etc...
Valoriza a limpeza e aparência pessoal.
Respeita e valoriza a cultura do seu grupo de origem e de outros grupos.
Reconhece o grupo étnico-racial o qual pertence.
Utiliza e respeita algumas regras elementares de convívio social.
Participa de situações que envolvem a combinação de algumas regras de convivência em grupo e
aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente.
Cuida dos materiais de uso individual e coletivo.
Utiliza procedimentos relacionados a alimentação e a higiene das mãos, cuidado e limpeza pessoal das várias partes do corpo.
Utiliza adequadamente os sanitários.
Identifica situações de risco no seu ambiente mais próximo.
Utiliza procedimentos básicos de prevenção a acidentes e autocuidado.

Matemática 3 e 4 anos
Utiliza a contagem oral em jogos, brincadeiras e músicas, junto com o professor e nos diversos
contextos em que isso se faz necessário.
Manipula objetos e brinquedos, observando as suas características, propriedades e
possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar, encaixar, etc.


Matemática 5 anos

NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
Utiliza a contagem oral nas brincadeiras e emsituações nas quais as crianças reconheçam sua
necessidade.
Utiliza noções simples de cálculo mental como ferramenta para resolver problemas.
Comunica quantidades, utilizando a linguagem oral, a notação numérica e/ou registros não
convencionais.
Identifica números nos diferentes contextos em que se encontram
Compara escritas numéricas, identificando algumas regularidades.
Relaciona à idéia de numero a quantidade correspondente.
GRANDEZAS E MEDIDAS
Explora diferentes procedimentos para comparar grandezas.
Utiliza noções de medida de comprimento, peso, volume e tempo, pela utilização gradativa de unidades não convencionais e convencionais.
Localiza-se no tempo por meio de calendário.
Realiza experiências com dinheiro em brincadeiras ou situações de seu interesse.
ESPAÇO E FORMA
Explicita e/ou representa a posição de pessoas e objetos, utilizando vocabulário pertinente nos
jogos e brincadeiras diversas.
Identifica propriedades geométricas de objetos e figuras, como formas, tipos de contornos,
bidimensionalidade, tridimensionalidade, faces planos, lados retos.
Representa objetos bidimensionais e tridimensionais.
Identifica pontos de referência para situar-se e deslocar-se no espaço.
Representa pequenos percursos e trajetos, observando pontos de referências.

3 e 4 anos
Conhecimento de mundo
Movimento
EXPRESSIVIDADE
Imita gestos simples (agitar os braços, por
exemplo).
Segue movimentos com os olhos e move a cabeça
na direção de sons.
Apropria-se da imagem de si mesmo.
Explora as possibilidades de gestos e ritmos
corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas
demais situações de interação.
Explora as partes do corpo, identificando as
qualidades do próprio corpo e do corpo dos outros,
suas semelhanças e diferenças.
EQUILIBRIO E COORDENAÇÃO
Segura objetos por um tempo maior, por exemplo
segura um biscoito para comer.
Senta em diferentes inclinações.
Deita em diferentes posições.
Mantem-se em pé apoiando-se em algo.
Desloca-se no espaço engatinhando.
Desloca-se no espaço, andando ou saltando.
Tira objetos de um recipiente e coloca em outro.
Envolve-se em brincadeiras de esconder, atirar
uma pequena bola, etc.
Empurra carrinhos e caixas, marcha, dança, rola,
sobe e desce de cadeiras, etc.
Empilha cerca de seis blocos ou outros objetos.
Explora e utiliza os movimentos de preensão,
encaixe, lançamento, etc., através de
experimentação de diferentes objetos.

Grupo 5
Conhecimento de mundo
Movimento
EXPRESSIVIDADE
Expressa-se com movimentos intencionais nassituações cotidianas e em suas brincadeiras.
Expressa-se corporalmente por meio da dança,brincadeiras e de outros movimentos.
Utiliza diferentes modalidades de dança,ampliando as possibilidades estéticas do movimento.
Percebe sensações, limites, potencialidades, sinais vitais e integridade do próprio corpo.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Participa de brincadeiras e jogos que envolvem correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se e
dançar.
Apresenta controle gradativo sobre o corpo e o movimento.
Utiliza recursos de deslocamento e das habilidades de força, velocidade, resistência e flexibilidade nos
jogos e brincadeiras das quais participa.
Valoriza suas conquistas corporais.
Manipula materiais, objetos e brinquedos diversos para aperfeiçoamento de suas habilidades
manuais.


3 e 4 anos
Natureza e sociedade
Participa de atividades que envolvem histórias,brincadeiras, jogos e canções relacionadas às
tradições culturais de sua comunidade e de outrosgrupos.
Explora diferentes objetos, suas propriedades e
relações simples de causa e efeito.
Mantém contato com pequenos animais e plantas.
Conhece de modo progressivo o próprio corpo por
meio do uso e exploração de suas habilidades
físicas, motoras e perceptivas.




Natureza e sociedade
5 anos
ORGANIZAÇÃO DOS GRUPOS E SEU MODO DE
SER, VIVER E TRABALHAR.
Participa de atividades que envolvem histórias,brincadeiras, jogos e canções relacionadas às tradições culturais de sua comunidade e de outras.
Identifica modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais do presente e do passado.
Identifica alguns papéis sociais existentes em seus grupos de convívio, dentro e fora da instituição.
Valoriza o patrimônio cultural do seu grupo social.
Interessa-se em conhecer diferentes formas de expressão cultural.
OS LUGARES E SUAS PAISAGENS
Observa a paisagem local, identificando rios,vegetação, construções, florestas, campos, dunas,
açudes, mar, montanhas, etc.
Utiliza com ajuda do adulto, fotos, relatos e outros registros, identificando mudanças ocorridas nas
paisagens ao longo do tempo.
Apresenta atitudes de manutenção e preservação dos espaços coletivos e do meio ambiente.
OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
Participa de atividades que envolvem processos de
confecção de objetos.
Reconhece algumas características de objetos produzidos em diferentes épocas e por diferentes
grupos sociais.
Identifica algumas propriedades dos objetos, tais como: refletir, ampliar ou inverter as imagens,
produzir, transmitir ou ampliar sons, etc.
Cuida dos objetos utilizados no cotidiano, adotando atitude de segurança e preservação de
acidentes e a sua conservação.
SERES VIVOS
Estabelece algumas relações entre diferentes espécies de seres vivos, caracterizando-os.
Cuida de pequenos animais e vegetais, por meio de sua criação e cultivo.
Identifica algumas espécies da fauna e da flora brasileira e mundial.
Observa os cuidados necessários à preservação da vida e do ambiente.
Cuida de animais e plantas, demonstrando valorização a vida.
Cuida do próprio corpo e da sua saúde para o bem estar individual e coletivo.
FENÔMENOS DA NATUREZA
Estabelece relações entre os fenômenos da natureza de diferentes regiões (relevo, rios,
chuvas, secas) e as formas de vida dos grupos sociais que ali vivem.
Participa de diferentes atividades que envolvem a observação e a pesquisa sobre a ação de luz,
calor, som, força e movimento.

3 e 4 anos
ORALIDADE E ESCRITA
Usa a linguagem oral nas conversas e relatos de suas vivências.
Expressa desejos, vontades, necessidades e sentimentos, nas diversas situações de interação
presentes no cotidiano, utilizando a oralidade.
Participa de situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos como contos, poemas,
parlendas e trava-línguas.
Participa de situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da leitura e da escrita.
Observa e manuseia materiais impressos como livros, revistas, histórias em quadrinhos.
Realiza pseudo-leitura na identificação do próprio nome.

ORALIDADE E ESCRITA
5anos

FALAR E ESCUTAR

Usa a linguagem oral nas conversas e brincadeiras.
Ouve com atenção e respeita a fala do outro.
Expressa desejos, necessidades, opiniões, idéias,preferências e sentimentos através da oralidade.
Relata suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.
Elabora perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos de que participa.
Participa de situações que envolvem a necessidade de explicação e argumentação das suas idéias e
pontos de vista.
Relata experiências vividas, narrando fatos em seqüência temporal e causal.
Reconta histórias conhecidas com aproximação das características da história original no que se
refere a descrição de personagens, cenário e objetos com ou sem ajuda do professor.
Reproduz oralmente jogos verbais como travalínguas,
parlendas adivinhas, quadrinhas, poemas e canções.
PRÁTICAS DE LEITURA
Participa de situações de leitura realizada pelos adultos, interagindo com diferentes gêneros
textuais, contos, poemas, noticiais de jornal,informativos, parlendas, trava-línguas.
Lê textos diversos, ainda que não o façam de maneira convencional (placas, rótulos, músicas,
parlendas, etc.)
Reconhece o próprio nome dentro do conjunto de nomes do grupo.
Observa e manuseia materiais impressos, como livros, revistas, histórias em quadrinhos.
Valoriza a leitura como fonte de prazer e entretenimento.
Distingue diferentes gêneros textuais lidos em sala (poemas, contos, parlendas, cartas, notícias).
PRÁTICAS DE ESCRITA
Participa de situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita.
Escreve o próprio nome em situações em que isso se faz necessário.
Produz textos individuais e/ou coletivos ditados oralmente ao professor para diversos fins.
Realiza práticas espontâneas de escrita, utilizando o conhecimento de que dispõe sobre o sistema de
escrita alfabética.
Respeita a própria produção e a do outro.
Estabelece relação entre o que se fala e o que se escreve.
Diferencia o desenho da escrita.
Diferencia as letras dos números.
Relaciona o gênero textual com a sua respectiva função social.

3 e 4 anos
Música
FAZER MUSICAL
Manuseia objetos que produzem sons (ex.:pequenos tambores, chocalhos, recipientes de
plásticos cheios de diferentes materiais).
Explora materiais sonoros diversos.
Participa de brincadeiras e jogos cantados e
rítmicos.
APRECIAÇÃO MUSICAL
Escuta obras musicais variadas.
Escuta diversos tipos de som (Ex. telefone,campanhia, a água correndo, a chuva, o cachorro
latindo, o avião, etc.)
Participa de situações que integrem músicas,
canções e movimentos corporais.





5 anos


FAZER MUSICAL
Reconhece e utiliza de forma expressiva, emcontextos musicais as diferentes características geradas pelo silêncio e pelos sons: altura,duração, intensidade e timbre.
Desenvolve memória musical através de repertório de canções.
Participa de jogos e brincadeiras que envolvam a dança e/ou a improvisação musical.
APRECIAÇÃO MUSICAL
Explora diferentes objetos e suas possibilidades sonoras (latas, garrafas cheias e vazias).
Escuta obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
Busca informações sobre as obras ouvidas e seus compositores.


A RESPOSTA DE DEUS - textos infantis, católicos

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Durante a guerra, grandes aviões com sua carga mortal sobrevoaram a Áustria. Milhares de casas foram destruídas, fábricas incendiadas e a Capital passou por grande aflição. Inúmeras famílias foram deixadas sem lar, como só acontece quando há guerra. Gene e Maria chamemo-los assim, voltaram um dia da escola para casa apenas para descobrir que não somente a casa tinha sido destruída pelas bombas, mas tanto o pai como a mãe haviam sido mortos. Os vizinhos os levaram, com muitas outras crianças sem lar, para o grande orfanato da cidade. Bem podemos imaginar a tristeza e a amargura daquelas pobres crianças. Contudo, não esqueceram os ensinamentos dos pais e muitas vezes ao encontrarem-se no vestíbulo do orfanato, cruzavam as mãozinhas e oravam ao Pai celeste. Não sabiam o que o futuro lhes reservaria.

Um dia foi anunciado que um país vizinho se oferecia para arranjar lares para muitas daquelas crianças. Todos estavam excitados e felizes no dia da partida. Gene e Maria saíram felizes com seus poucos pertences debaixo do braço e entraram no ônibus que os havia de levar até a estação, onde tomariam o longo trem sibilante. Seria sua primeira viagem de trem. Centenas de crianças seriam levadas da pátria para um país estranho, onde deveriam encontrar novos lares – novos papais e novas mamães.

Quando soou o apito, o trem começou a movimentar-se, ganhando velocidade. Logo cortava os campos com rapidez enquanto ansiosos olhinhos perscrutavam cenários que nunca seriam esquecidos. Gene e Maria, contudo, não estavam demasiado ocupados para poderem cruzar de vez em quando as mãozinhas e curvar as cabecinhas para uma oração: “Querido Jesus, Tu sabes que perdemos nosso papai e nossa mamãe: dá-nos, por favor, um novo lar. Não permitas que sejamos separados e envia-nos para o lar conveniente”.

Logo o trem diminuiu a velocidade e parou numa estação. Crianças e mais crianças emergiram dos superlotados carros e fizeram filas na plataforma. Muita gente da cidade ali estava, a fim de escolher uma criança e adotá-la. Aqui e ali uma era escolhida por ansiosos casais que fitavam aqueles orfãozinhos de um país estranho. Aqueles rostinhos tristes se voltavam para cima para verem seus novos pais. Os que sobravam voltavam para o trem e viajavam para a próxima cidade.

O dia inteiro repetiu-se a cena, enquanto o grande trem, hora após hora carregava aqueles pedacinhos da humanidade para novas aventuras. De quando em quando Gene e Maria repetiam a oração para que de qualquer maneira Deus encontrasse para eles o devido lar.

Estava quase escuro quando o trem parou outra vez numa grande estação. Gene e Maria separavam-se ao descerem do trem para a fila, onde, conforme pensavam seriam passados por alto, como tantas vezes já havia acontecido antes.

Essa manhã, em certa cidade, um casal adventista do sétimo dia estava fazendo o culto quando uma batida na porta anunciou a chegada do jornal matutino. Depois de terminado o culto passaram os olhos pelo jornal para lerem as manchetes: “Trem de crianças austríacas chega esta noite”, foi o que lhes atraiu a atenção. A bondosa senhora olhou para o marido e disse: “Querido, esta é a nossa oportunidade de conseguirmos o menino que há tanto tempo você deseja”.

O marido respondeu com um sorriso: “Não, querida, você sempre desejou uma menina e não quero ser egoísta. Enquanto vou trabalhar, você vai à estação e, quando o trem chegar, escolha uma linda menina de cabelos crespos, para nós”.

Por algum tempo estiveram considerando se devia ser menino ou menina. De uma coisa estavam convictos: que só poderiam cuidar de uma criança. Existia no coração de ambos uma simpatia especial pelos austríacos, pois ambos tinham parentes na Áustria. Finalmente chegaram á conclusão de que adotariam um menininho que tivesse cabelos crespos, ombros largos e se parecesse com o pai adotivo.

Quando o trem parou em sua cidade aquela noitinha e as centenas de crianças fizeram fila para procurar novos pais, a Sra. Bergman estava lá. Andou avidamente de um lado para o outro, contemplando os rostinhos magros e tristes das pequenas vítimas da guerra. Podia ler a história de desapontamento, desolação e fome em muitas faces. Afinal notou um rapazinho que parecia ter as feições procuradas, ombros largos, cabelos crespos e ar tranqüilo e calmo. Havia algo nele que atraiu a atenção. Parecia-se com alguém que ele já tinha visto antes. Aproximou-se dele com um sorriso:

Você quer vir para a nossa casa? Temos um balanço no quintal e nenhuma criança para brincar nele. Eu gosto de homenzinho como você. Você vem comigo?

Gene continuou ereto e impassível. Afinal respondeu com sua vozinha fina:

- Sim, eu gostaria de ir com a senhora e brincar no balanço, mas tenho uma irmãzinha e queremos ficar juntos.

Sua vozinha tremeu um pouco na última palavra e lágrimas brilharam nos olhos.

- Oh, mas sua irmãzinha terá acolhida em outra parte! Nós só podemos ficar com um, rogou a Sra. Bergman.

- Mas nós pedimos a Jesus que nos mandasse para a mesma casa e temos certeza de que Ele terá um lugar onde poderemos ficar juntos, pois perdemos nosso pai e nossa mãe, disse o pequeno, num soluço.

O coração da senhora ficou tocado. Ali estava um menino que cria em Deus e cria que Ele havia de responder à sua oração. Respondeu rapidamente: - Onde está sua irmãzinha? Vá buscá-la, para eu vê-la.

O pequeno correu, procurando-a na fila, e voltou em seguida com ela pela mão. Ambos pararam, fitando a bondosa senhora com olhar súplice.

- Aqui está ela, disse Gene com um sorriso.

Lágrimas assomaram aos olhos da senhora enquanto sentia um nó na garganta. Que injustiça estaria praticando ao separar aqueles irmãozinhos, únicos sobreviventes daquela família destruída pelo bombardeio! Convenceu-se de que devia aceitar os dois. Olhando-os intensamente, disse: - Bem, queridos amigos, não sei o que meu marido dirá, mas vou levar vocês dois. Venham comigo e logo chegaremos em casa.

Com exclamações de alegria eles disseram adeus aos companheiros e logo se perderam no meio da multidão, seguindo sua nova mãe até o auto lá embaixo, na estação. Poucos depois estavam sentados na sala de uma boa e ampla casa, esperando algo para comer.

A Sra. Bergman estava na cozinha preparando alguma coisa para os famintos aditamentos de sua família. Com os olhos bem abertos, os pequenos olhavam tudo o que havia na casa. Realmente estavam contentes de estar nesse novo lar, mas ainda um pouco receosos do futuro. De repente Gene apontou o dedo magro para o retrato de uma mulher que estava sobre o piano.

- Veja, disse ele à Maria, parece...

- Não pôde continuar, um soluço embargou-lhe a voz e ambos começaram a chorar. Não podiam controlar as emoções.

Quando a Sra. Bergman ouviu os soluços, veio correndo para ver o que havia. – Que é que vocês têm? Que aconteceu? Vocês não estão satisfeitos aqui? Exclamou ela.

- Sim, disse a menina por entre lágrimas, estamos contentes.

- Então por que estão chorando tanto? Perguntou ela.

Logo que se acalmaram um pouco, olharam para a face maternal da Sra. Bergman e apontaram para o quadro sobre o piano. A senhora, fitando o retrato, disse: - Sim, é minha irmã. Porque vocês choram ao ver essa fotografia?

A menininha soluçou: - Essa é minha mãe!

Então a Sra. Bergman concluiu que sua irmã, que fazia anos havia ido para a Áustria e dela não tinha notícias já havia quatro ou cinco anos, teria sido morta no bombardeio. Depois de considerável interrogatório, ficou convicta de que estes eram realmente os filhos de sua irmã.

Oh, que alegria houve naquele lar e que gratidão por Deus ter ouvido as orações daquelas crianças deixadas sem lar! Compreenderam que há um Deus que ouve e responde de modo maravilhoso às orações.

Texto para atividade na Educação Infantil - A PROMESSA DE PAULA

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“Clara”, chamou Paula da frente de sua casa, “espere um minuto! Quero lhe contar uma coisa”.

E Paula correu bem depressa para o portão onde Clara estava esperando.

“O que tem de tão importante?”, perguntou Clara, “parece que você encontrou um milhão de dólares ou coisa semelhante”.

“Não”, disse Paula, “eu não achei um milhão de dólares nem coisa semelhante. Eu tenho um trabalho para esta noite. Eu estava esperando conseguir um trabalho para poder ajudar a comprar meu uniforme escolar, e agora encontrei. Vou cuidar dos gêmeos da Sra. Mendes. Ela precisa sair por algumas horas para cuidar de sua mãe que está doente”.

“Ah, isto, disse Clara”, eu poderia dizer que é mais do que um trabalho. Eu cuidei dos gêmeos da Sra. Mendes, uma vez quando eram bebezinhos, mas a Sra. Mendes era tão crítica e maldosa, que preferi nunca mais trabalhar para ela”.

Clara começou, bem devagar a caminhar para longe do portão. “Bem, divirta-se”, ela disse, “talvez você goste da maneira como a Sra. Mendes dá ordens, mais do que eu”.

Paula voltou a sentar-se na beira da varanda. Ela se sentia preocupada, será que Clara estava com inveja? Ou será que é tão difícil trabalhar para a Sra. Mendes? Paula viu quando Clara dobrou a esquina em direção da casa de Maria. Era muito bom e divertido ser amiga de Clara e Maria. As duas eram muito populares, e Paula também se sentia popular quando estava com elas.

A Sra. Mendes estava pronta para sair quando Paula chegou. “Estou muito feliz porque você chegou na hora”, disse ela, convidando Paula para entrar em casa. “Este é um momento muito difícil para mim, me sentiria muito melhor se pudesse encontrar alguém em quem confiar. Eu gostaria de lhe dizer exatamente o que espero que você faça, para que possamos nos entender desde o começo. Eu quero que você me prometa que nunca deixará a casa, sejam quais forem às circunstâncias. Se alguma coisa errada acontecer com os gêmeos, quero que me chame imediatamente. Você pode me prometer isto?”

“Sim, certamente”, disse Paula, “a senhora não precisa ficar preocupada”.

“Estou sentindo que posso confiar em você”, disse a Sra. Mendes confiantemente, “mas eu tive uma experiência muito ruim com uma menina que veio cuidar dos gêmeos, e vivo apavorada desde então. Não quero parecer mal-humorada, ou rabugenta, mas nossas crianças são muito queridas e muito especiais para nós, e não quero correr nenhum risco”.

“Eu sei”, disse Paula, “meus pais são muito exigentes sobre a maneira como devo cuidar de nosso bebê. A mamãe sempre diz que a segurança dele deve sempre vir primeiro porque é muito pequeno e indefeso. Se a senhora me der o número do telefone onde posso encontrá-la, vou colocar bem à vista, aqui na mesa, junto com os meus livros”.

Logo que a Sra. Mendes saiu, Paula olhou ao redor para ver se havia alguma coisa que deveria fazer antes de começar seus deveres de casa. Os gêmeos ainda estavam dormindo tranqüilamente.

Na cozinha havia louça que precisa ser lavada. Ela encheu a pia com água quente e colocou o sabão. Levaria somente alguns minutos, e tudo estaria em ordem quando a Sra. Mendes voltasse para casa.

Mas antes que começasse a lavar a louça, ouviu alguém batendo à porta. Ela ligou a luz e olhou para fora. Clara e Maria estavam paradas no pórtico.

“Vimos quando a Sra. Mendes saiu”, disse Clara, “e pensamos que você, talvez, gostaria de dar uma escapadinha por alguns minutos e ir conosco tomar um refrigerante na lanchonete. Você não ficará fora mais de meia hora”.

“Eu não posso ir”, disse Paula, “prometi para a Sra. Mendes que não deixaria a casa. Pode acontecer alguma coisa com os gêmeos”.

“Não seja boba”, disse Clara, “não pode acontecer nada. Chaveie a porta, pegue seu casaco, e venha conosco”.

“Paula”, disse Maria, com tom impaciente, “você vem ou não? Talvez você não queira mais ser nossa amiga”.

Paula pensou por um instante, e então pegou seu casaco, que estava na cadeira, abriu a porta e começou a sair, mas ficou em dúvida.

“Não”, disse ela, “eu não posso fazer isto, eu prometi”. E voltando para dentro da casa, disse: “Quero continuar sendo amiga de vocês, mas não posso quebrar minha promessa”.

“Você tem certeza que quer continuar sendo nossa amiga?”, caçoou Maria, enquanto ela e Clara corriam pela rua escura.

Paula sabia que era o fim de sua amizade, mas não podia fazer mais nada. Lentamente fechou e chaveou a porta, e voltou para a cozinha.

A janela, em cima da pia, estava um pouquinho aberta, e sentia o ar fresco, gostoso, soprando em seu rosto. Parece que a noite estava ficando bem fria, e o vento estava começando a soprar mais forte.

Paula jogou longe o pano de secar pratos quando sentiu o cheiro de fumaça. Voltou para a pia e procurou cheirar o ar que entrava pela janela aberta. Realmente sentiu o cheiro de fumaça – como se fosse borracha queimando. Então teve a certeza de que alguma coisa estava queimando, em algum lugar muito perto.

Ela correu de quarto em quarto. Estava tudo em ordem, mas o cheiro de fumaça estava aumentando. Ela abriu a porta dos fundos e olhou para fora. A princípio não pôde ver nada, somente luzes na rua vizinha, mas logo que seus olhos ficaram acostumados com a escuridão, ela viu uma grossa nuvem de fumaça preta que subia para o céu. Não sabia exatamente a que distância estava, mas não deveria ser mais do que meia quadra.

Fechou a porta com toda a força. Seu coração batia muito acelerado. Parou no meio da cozinha tentando pensar. Será que deveria chamar a Sra. Mendes? Será que deveria acordar os gêmeos, caso tivesse que levá-los para fora de casa?

O som de sirenes quebrou o silêncio. Os bombeiros estavam vindo! Seu coração batia ainda mais depressa, e com mais força, enquanto os carros dos bombeiros, com suas luzes vermelhas girando, tocavam a sirene pela rua. Eles diminuíram a velocidade e pararam em frente da casa que estava duas portas mais para frente. As pessoas saíram rápido de suas casas e corriam de um lado para outro da rua gritando e chamando aos outros. Paula teve vontade de se juntar a eles e ver o que estava acontecendo, mas devia permanecer junto dos gêmeos.

E assim Paula ficou parada na frente da porta tentando ver o que estava acontecendo. A fumaça fazia como um redemoinho por entre as casas. Algumas vezes ela tinha uma visão das chamas furiosas. De repente ela viu a Sra. Mendes subir correndo as escadas, seu rosto estava muito pálido.

“Você ainda está aqui?”, perguntou a Sra. Mendes, com voz muito estranha.

“Naturalmente que estou”, disse Paula, orgulhosamente, “eu prometi que não me afastaria da casa”.

A Sra. Mendes se deixou cair sobre uma cadeira e escondeu seu rosto entre as mãos. “Acho que estou agindo como uma boba, mais fiquei muito apavorada da outra vez. Quando meus gêmeos eram ainda muito pequenos, tive que sair por umas poucas horas. Eu pedi a uma menina para cuidar dos bebês para mim; mas logo que cheguei na cidade, notei que tinha levado a bolsa errada, e assim tive que voltar. A porta estava chaveada, e Clara tinha saído. Eu não podia entrar em casa, porque minhas chaves estavam na outra bolsa. Tive que subir em uma janela para poder entrar em casa. Felizmente não tinha acontecido nada com os bebês, mas isto ainda me deixa assustada, por pensar em todas as coisas que poderiam ter acontecido”.

“A senhora disse que o nome da menina era Clara?”, perguntou Paula.

“Sim”, respondeu a Sra. Mendes, “o nome era Clara. Eu acho que deve ser sua amiga. E isto é uma coisa que me apavora”.

“Eu pensei que Clara fosse minha amiga”, disse Paula, “mas, na realidade, ela não é. Ela e Maria queriam que eu fosse com elas até uma lanchonete, mas eu disse que tinha prometido não abandonar a casa”.

A Sra. Mendes começou a sorrir. “Quando Clara voltou naquele dia e viu que eu estava em casa, ela se virou e fugiu, e desde então nunca mais chegou perto de mim”.

Enquanto Paula andava de volta para casa pela movimentada rua, estava muito agradecida porque não tinha permitido que Clara e Maria a persuadissem a quebrar sua promessa. O fogo já tinha sido apagado, e o ar estava limpo e fresco. As estrelas estavam brilhando e o coração de Paula estava cantando.

Tarde de brincadeira - mais uma pra se divertir

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BASQUETINHO - Objetivo do Jogo: Fazer o maior número possível de pontos em um determinado tempo através da conversão de cestas. Propósito: Compartilhar de um objetivo comum, oferecendo oportunidade para a construção de estratégias para alcançá-lo. Este jogo permite encaminhar reflexões, procurando resgatar valores humanos como: união do grupo em torno de um objetivo comum; respeito pela dignidade das duas funções (arremessadores e recolhedores) no todo do grupo; comunicação para delineamento de estratégias; flexibilidade e abertura nas discussões; criatividade para a construção de estratégias satisfatórias; disponibilidade e coragem para vencer desafios e ir além do imaginado; honestidade e ética no cumprimento das regras. Recursos: espaço físico de ao menos 7x7m; 4 ou 5 cestas de diâmetros e alturas diferentes (caixas de papelão, cestos de lixo, baldes, etc); 90 bolas (pingue-pongue, frescobol, plástico); fita crepe, giz ou algo para demarcar o espaço do jogo; flip chart, quadro branco, lousa ou chão para marcar os pontos. Número de Participantes: O jogo está estruturado para 30 pessoas, mas quanto mais pessoas, mais divertido. Duração: Entre a explicação e a realização do jogo, cerca de 25 minutos. O momento da reflexão fica atrelado ao público e ao propósito do jogo. Pode ser desde um comentário de 10 minutos até uma discussão de 30 minutos sobre questões como trabalho em grupo, estratégias, lideranças, cooperação, etc. Descrição: Demarcar um quadrado de cerca de 7x7m onde as cestas serão distribuídas. As cestas corresponderão a pontos de acordo com o grau de dificuldade de acerto (por exemplo cestas mais difíceis de se acertar valem 200 pontos, 50 para as intermediárias e 10 pontos para as fáceis). Na parte interna das linhas não é permitido entrar para fazer cestas nem para recolher as bolas. Os participantes dividem-se em arremessadores, de um lado, e recolhedores de bolas, do outro. Iniciado o jogo, os arremessadores lançam as bolas em direção às cestas, enquanto os recolhedores apanham as bolas que não entraram nas cestas e as devolvem aos arremessadores. Recolhedores não podem fazer cesta. Ao final do tempo de jogo são contados os pontos marcados pelo grupo. O tempo de jogo é de 1 minuto, podendo ser jogado em 2 tempos, ou quantos mais interessar ao educador e aos jogadores. No intervalo dos tempos pode haver troca de funções entre arremessadores e recolhedores.
Dicas: Este jogo é bem divertido e motiva bastante de crianças a maior-idade. Pode estar presente em uma aula de Educação Física, treinamento de gestão de pessoas ou festa de aniversário. O tempo, espaço, número e tipo de bolas, os pontos, objetivo específico, número de participantes podem variar de acordo com o público do jogo. O educador pode deixar os jogadores organizarem-se e aproveitar isto como forma de reflexão sobre como o grupo está se relacionando. Este jogo pode ser usado como introdução à discussão sobre trabalho em grupo, assim como pode ser usado para aprofundar e aprimorar o relacionamento das pessoas. O educador deve estar atento às manifestações dos participantes para poder encaminhar as discussões e aproveitar os acontecimentos como ganchos de reflexão. O objetivo é melhorar a pontuação a cada tempo de jogo. Caso isto não aconteça, o educador deve ter o cuidado de auxiliar o grupo a entender a razão da queda no desempenho procurando motivar os participantes a reorganizarem-se para uma próxima tentativa. Ao invés de desmotivar, esse resultado pode ser rico para uma reflexão. Que tal arriscar acertar umas cestas? Lá vai a primeira bola...Viva!!! Acertamos! 50 pontos!

Brincadeiras para pais e filhos

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COOPERAÇÃO COM LETRAS - Os jogadores trabalham aos pares ou em grupos de 3. Pede-se aos jogadores para formarem letras, verticalmente ou horizontalmente, com o corpo de pé, de joelhos ou deitados no chão. Tentar formar palavras com todos os participantes - que tal a palavra "cooperação"?

CABO DA PAZ - Objetivo: Estimular a participação de todos os componentes do grupo de forma cooperativa; desenvolver o autocontrole para atuação em equipe; perceber o que vem a ser "espírito de equipe". Desenvolvimento: Divida o grupo em duas equipes. Demarque um círculo de aproximadamente 60cm de diâmetro e posicione-se no centro do círculo. Divida as equipes, uma a direita, outra à esquerda. A tarefa das equipes é puxar a corda como em um cabo de guerra até o saco arrebentar e liberar a surpresa no centro do círculo. Se o conteúdo do saco cair fora do círculo, todo o conteúdo do saco será do educador. Material: cordas grandes; 01 saco plástico preto ou de qualquer outra cor opaca (não serve transparente); Bombons, balas ou qualquer outra prenda em igual número ao de participantes.

CAIXA DE SEGREDOS - O educador coloca uma caixa fechada, como uma urna com o seguinte cartaz na frente: "Você acha certo duas pessoas da mesma seção namorarem ? (ou qualquer outra pergunta dentro do assunto que deseja que seja desenvolvido) Dê sua opinião ou faça uma pergunta." Como os jovens podem ficar envergonhados, além do estímulo por parte do educador, eles já podem ter elaborado algumas perguntas, questões que já estejam dentro da caixa. Após todos escreverem, a urna é aberta e discute-se os comentários e perguntas feitas. Local: silencioso Material: urna, papel, canetas.

JOGO DAS VIRTUDES - Com todos sentados em círculo, o educador inicia uma introdução que deve fazer os participantes refletirem sobre o velho hábito de falar mal e reparar sempre nos defeitos dos outros, mesmo nos amigos e parentes: estamos sempre ressaltando o mau-humor da esposa, a avareza do pai, o egoísmo da irmã, a preguiça da namorada, a vaidade... enfim, quase sempre reparamos muito mais nos defeitos do que nas qualidades. Por uma questão de hábito os defeitos aparecem muito mais que as qualidades. Pois bem, nesse momento faremos um "exercício' para começar a mudar esse velho hábito, pois iremos falar apenas de VIRTUDES, e nunca de defeitos. Cada um recebe papel e caneta, onde anotará a principal virtude ("qualidade") que acha do companheiro sentado à sua direita, sem identificar a pessoa, apenas colocará a "qualidade", por exemplo: "honestidade" e não "honesto" / "simpatia" e não "simpática" / "coragem" e não "corajosa", e assim por diante. Os papéis serão dobrados, recolhidos e misturados. O educador então começa a ler as virtudes e os participantes tentarão identificar quem assume melhor aquelas características. O mais votado recebe o papel e guarda até o final do jogo. Detalhe: nessa hora aquele que escreveu não revela o que foi escrito. Quando todos os papéis forem distribuídos cada um deve dizer como se sentiu, sendo identificado por aquela característica: se concorda ou não que ela seja sua característica mais marcante. Aí sim o companheiro do lado revela o que escreveu dele e justifica. Após todos serem identificados, o educador ressalta a importância de nos habituarmos a enxergar as virtudes, aceitar defeitos e viver em harmonia com o mundo.

NÓS HUMANOS - A partir dos 7 anos. Objetivo Geral: Estímulo ao raciocínio e ao trabalho em equipe. Objetivo Específico: Desmanchar um nó feito com pessoas. Material: Nenhum. Como aplicar: Todos os participantes formam um círculo dando as mãos. Cada um verifica quem está à sua direita e à sua esquerda. Isto é muito importante, pois pode haver confusão depois, portanto, peça que cada um fale alto para si e para os outros: "João está à minha direita e Ana, à minha esquerda", etc. Diga para soltarem as mãos e caminharem pelo espaço, aleatoriamente, até ouvirem um sinal (palma ou assovio). Ao ouvi-lo, todos param EXATAMENTE ONDE ESTÃO. Agora, sem sair de suas posições, deverão dar sua mão direita para quem estava à sua direita e sua mão esquerda para quem estava à esquerda. Vai se formar um nó de pessoas, e deverá ser desfeito, voltando o círculo à posição inicial, sem que ninguém solte as mãos.

Mais Dinâmicas! procure aqui as melhores!

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. Dinâmica: "qualidades e defeitos"

Objetivo: falar das qualidades e defeitos.
Materiais: pedaço de papel, caneta
Procedimento: gostaria de sugerir uma dinâmica que fiz com meus alunos para falarmos das qualidades e defeitos. Entrega-se um pedaço de papel para cada participante e pede que desenhe a mão direita e a mão esquerda. Em cada dedo primeiro da mão direita escreve-se uma qualidade e na esquerda um defeito. O coordenador da dinâmica dá cerca de 20 minutos para escreverem. Ao final discute-se de acordo com o que cada um escreveu, finalizando que é mais fácil falar de características dos outros do que de nós mesmos e encerra dizendo que todos possuímos qualidades e defeitos, porém temos que nos respeitarmos e priorizarmos nossas qualidades.

Dinâmica: "Conheço meu filho"

Objetivo: para reunião de pais
Materiais: Papel e caneta
Procedimento: Pedir que os alunos escreva em um papel pequeno a seguinte frase: 'eu amo a minha família'. Não pode ser assinado. Todos pedaços de papel deverá ter um número que corresponda o número que a cordenadora da reunião manterá em segredo. No dia da reunião todos os pepeis serão colocados espalhados em uma mesa e os pais deverão reconhecer a letra do filho e pegar um papel. Depois a cordenadora irá verificar se os pais acertaram e conhece a letra de seus filhos.

Dinâmica: "do General"

Objetivo: descontração... causa muitos risos e simpatia entre os participantes
Procedimento: Uma dinâmica para entreter... como uma brincadeira...
Há várias posições nesse jogo, como: lixo, soldado, cabo, sargento, coronel, general etc...
O general começa falando 'Passei a revistar minha tropa e senti falta do...(ele diz o nome de uma das posições)
A pessoa se levanta (a não ser que seja o cargo mais baixo, nesse caso, o General se levanta, e ele continua sentado) e diz 'O ... nunca falta, senhor(o cargo mais baixo não diz senhor ao general)
General - então quem falta?... - Quem falta é o ..., senhor
E assim se procede... até que alguem não se levante, ou levante na hora errada, ou esqueça de dizer 'senhor' ou diga senhor na hora errada
OBS: Se levanta apenas para um cargo mais elevado, e se diz senhor, também apenas para um cargo mais elevado. Nesse caso, a pessoa que errou vai para o cargo mais baixo, e cada pessoa sobe um cargo...Então, começa com o general dizendo 'Passei a revistar minha tropa(...)'
OBS2 - O cargo mais baixo nunca diz senhor ou se levanta para o general, mas para todos os outros participantes, sim...O general nunca se levanta ou diz senhor... apenas para o cargo mais baixo...
OBS3 - se faltarem cargos, pode-se inventar mais alguns, como cocô, ou balde, ou algo assim...

Dinâmica: "da inteligência"

Objetivo: melhorar a percepção
Procedimento: Você pega um grupo e divide em 2 a 2, um olhando pro outro. Peça a eles para que se observem por 2 minutos, depois peça para eles se virarem de costas e mudarem três coisas em si mesmos e depois desvirarem e fazerem com que o parceiro descubra o que foi mudado. O outro também repete e assim sucessivamente repita por 3 vezes esta dinâmica.

Dinâmica: " da folha de revista"

Objetivo:
Material: folhas de revista, pátio ou sala, todos sentados em círculo
Procedimento
: Dar uma folha de revista a cada participante e pede para que amassem bastante a folha, após todos amassarem pede para que desamassem novamente deixando a folha como era antes.
Ninguém irá conseguir, então explica-se que a folha representa as nossas palavras que uma vez ditas não podem mais serem consertadas, por isso devemos ter cuidado ao falar para que não venhamos a machucar o próximo, pois uma vez aberta a ferida será dificíl cicatrizar.

Dinâmica: " do balão"

Objetivo: Reflexão
Material:balões palitos de dentes uma caixa de bombons ou algum outro prêmio
Procedimento: entrega-se um balão para cada participante e em seguida um palito de dentes, pede-se para todos se espalharem e diz o seguinte: _ganha esta caixa de bombons quem conseguir ficar com o balão sem estourar.
Sem que o instrutor mande todos os participantes correm para estourar os balões dos adversários para ganhar a caixa de bombons, mas geralmente não sobra nenhum balão. Depois o instrutor pergunta: em que momento eu mandei vocês estourarem os balões dos colegas ? E fica com a caixa ou distribui.
Obs: se gostarem divulguem!

Dinâmica: " da Pergunta Certa"

Objetivo: Esta dinâmica irá despertar uma atenção maior a concentração e estratégia.
Material: papel e fita crepe
Procedimento: Esta dinâmica para funcionar independe da quantidade de pessoas participantes. Um exemplo, em um grupo o coordenador deverá colar um nome de uma pessoa famosa nas costas dos participantes, sem que eles vejam o que esta escrito, então ganha a dinâmica quem descobrir primeiro o nome que está escrito em suas costas, para ajudá-los eles poderão fazer perguntas entre si como por exemplo 'a pessoa é loira?', mas as respostas so poderão ser sim ou não.

Dinâmica: " Carta a si próprio"

Objetivo: Levantamento de expectativas individuais, compromissos consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, automotivação, absorção teórica.
Material: Envelope, sulfite, caneta.
Procedimento: 20'
Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu (sua) melhor amigo (a). Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias. Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa). O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).

Para brincar nas férias escolares!

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Dinâmica: "sonhos"

Objetivo: Aprender a respeitar o sonhos dos outros
Materiais: balões coloridos, caneta, papel sulfite e palitos de dente.
Procedimento: O participante deverá escrever em um pedaço de papel seu sonho, dobrar e colocá-lo dentro do balão, que deve ser inflado. Cada um fica com um balão e um palito de dente na mão. O orientador dá a seguinte ordem: defendam seu sonho! Todos devem estar juntos em um lugar espaçoso. A tendência é todos estourarem os balões uns dos outros. Quando fizerem isto o orientador pergunta: _ Por que destruiram os sonhos dos outros? Deixe eles pensarem um pouco e responda para defender o seu sonho você não precisa destruir os sonhos dos outros, basta que cada um fique parado e nenhum sonho será destruído!

Dinâmica: "Sombra"

Objetivo: essa dinâmica está relacionada a percepção psicomotora e a interação interpessoal e interdisciplinar.
Procedimento: Essa dinâmica é muito descontraída, o grupo desenvolve uma sincronia, escolhe um companheiro (centro)e começam a imitar todos os gestos que ele faça, o que ele fala, como se fossem o sombra dele, deixando um elemento do grupo ao centro.

Dinâmica: "Patinho Feio"

Objetivo: Reflexão
Materiais: Tiras de papel colante, caneta
Procedimento: Colar tiras de papel colante ou escrever em fitas para serem colocadas na cabeça de modo que apareçam palavras as quais deverão ser seguidas pelos colegas que a lerem. Exemplo: beije-me, aperte minha mão,abrace-me, deixe-me, pisque para mim, etc etc.....sendo que apenas um elemento, deverá ficar com a palavra 'deixe-me'. sendo que esse será o único que não será procurado, será o patinho feio (deixe-me). No final, essa pessoa deverá contar como se sentiu, sendo discriminado e deixada de lado.

Dinâmica: "Salada de Frutas"

Objetivo: memória e concentração
Procedimento: O grupo senta em círculo e o facilitador diz uma fruta qualquer e aponta para um dos participantes. O participante escolhido deverá dizer a fruta falada pelo facilitador e uma de sua escolha. Aí começa a brincadeira. A pessoa que estiver ao lado direito da escolhida pelo facilitador deverá dizer a fruta do facilitador, da pessoa e a sua.
Exemplo: Facilitador - Maçã; Pessoa 1 - Maçã e Banana; Pessoa 2 - Maçã, Banana e Manga;Pessoa 3 - Maçã, Banana, Manga e Uva e assim sucessivamente até que alguém erre a seqÜência. Para a pessoa que errar pode ser solicitado um 'castigo' ou um 'mico'.
Obs: 1º Em vez de frutas a brincadeira pode ser feita com carros, países, estados, objetos (praia, casa, sala, etc.); 2º Eu faço essa brincadeira com as minhas turmas do grupo de Reciclagem da Língua Portuguesa (in company) e garante ótimos resultados. Como castigo à pessoa que erra, eu faço alguma pergunta sobre o conteúdo já estudado (como revisão), do conteúdo a ser estudado (como hipótese e suposição, para ver o conhecimento da pessoa sobre o assunto) e do conteúdo que está sendo estudado (como reforço). É uma brincadeira simples, mas que garante boas risadas e resultados maravilhosos deixando o ambiente e os participantes super descontraídos.

Dinâmica: "das partes do corpo"

Objetivo: estimular a atenção e interação com os colegas
Procedimento: Numa grande roda a pessoa começa a brincadeira dizendo o nome de uma parte do corpo. passando a vez. A pessoa que estiver ao lado determinado irá colocar a mão na parte do corpo que a primeira pessoa falou, e dizer outra parte do corpo passando a vez. A pessoa ao seu lado, já determinado de modo que a vez corra apenas em um sentido, colocará a mão na parte corporal dita pela segunda pessoa e dirá outra parte e assim sucessivamente.

Dinâmica: "Descobrindo as qualidades"

Objetivo: Interação
Materiais: quebra-cabeça, pedaços de papel e caneta
Procedimento: Dois grupos formam um círculo, com os componentes intercalados ( ex. um do amarelo, outro do azul e assim em diante até terminar o círculo). Cada componente deve escrever em um pedaço de papel uma qualidade própria (usando apenas uma palavra) e entregar para o participante do lado direito, sendo este o componente do grupo oposto, que deverá fazer mímica para que o seu grupo descubra a qualidade do participante ao lado (grupo oposto), quando o grupo acerta a qualidade logo o outro componente do mesmo grupo anterior que estava fazendo a mímica começa a fazer também a sua e assim sucessivamente . Enquanto isso o líder do grupo oposto está dentro do círculo montando um quebra cabeça, quando ele terminar o tempo acaba e ganha o grupo que descobriu mais qualidades do grupo oposto.

Dinâmica: "do Estetoscópio" (para trilhas ao ar livre)

Objetivo: Esta dinâmica serve pra se perceber que o meio ambiente é vivo.
Materiais: estetoscópio
Procedimento: Ao realizar uma caminhada numa trilha, onde houver em locais úmidos, árvores com caule fino, pegar o estetoscópio e pedir pra que a pessoa ouça seu coração, logo após escutar no caule e perceber o som do movimento de água(xilema) e de nutrientes(floema).
Contribuição enviada pela usuária: Raquel de Cassia Ramos - ambientalista - E-mail: rachelcassia@yahoo.com.br

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